10 cuidados essenciais para gestantes em viagens

Como já é de conhecimento público, nasceu nossa primeira filha! A pequena Jovem Viajante chegou em abril mas nem por isso deixamos de viajar durante a gravidez. Com todos os cuidados necessários à gestação e viagens como listamos à seguir:

1º Evitar lugares perigosos

Parece óbvio mas não é. Planejar uma viagem inclui o item segurança. É lógico que quando temos apenas responsabilidade pelas nossas vidas podemos nos “arriscar” um pouco mais. E segurança não se resume somente à perigos com roubos, assaltos etc temos que pensar também em evitar riscos potenciais. Por exemplo: Pular o Carnaval no meio de um trio elétrico em Salvador, eleva os riscos de ser empurrado, esmagado e até mesmo de levar um esbarrão forte na barriga, riscos muito indesejados, afinal, convenhamos que no meio da empolgação ninguém vai se preocupar se tem alguém grávida no meio da multidão!

2º Evitar lugares sem infra estrutura

A menos que as grávidas queiram se arriscar a passar pela experiência de ter um parto totalmente natural, algo tipo documentário Discovery, não é aconselhável viajar no período pré-parto para lugares menos preparados em termos de assistência. E nem precisa ir tão longe, muitas vezes, não é só falta de infra estrutura local, mas também o tempo e as condições de deslocamento que podem dificultar o trajeto até o hospital melhor equipado da cidade mais próxima. Nós já viajamos para Pirambu e quase entramos numa fria. A Cidade só tem 1 posto médico e o hospital mais próximo é em Aracajú. Evitar lugares como desertos, florestas, selvas e tudo muito longe da “civilização” é aconselhável.

3º Levar o tempo de gestação em consideração

Viajar no 1º trimestre de gravidez é bem diferente de viajar no 2º trimestre e mais diferente ainda do que viajar no 3º trimestre. No 1º trimestre, como a barriga ainda não está tão grande, a locomoção fica mais fácil e é possível aproveitar melhor os passeios e até mesmo ir à vários lugares em uma mesma viagem e aproveitar até tarde da noite. Além disso, nem todas as companhias aéreas e marítimas aceitam transportar grávidas no 3º trimestre. Além disso, avaliar os riscos junto ao médico é importantíssimo. Pois, por mais que não haja problemas em viajar no 2º trimestre, por exemplo, nem todos os casos são iguais. Algumas mulheres grávidas sofrem de diabetes e hipertensão o que pode potencializar uma situação de risco.

4º Contratar seguro saúde

Não somos médicos para receitar o que vai dar certo ou errado com as grávidas em viagens mas, compartilhamos nossas experiências enquanto cuidadosos pais. Nunca, repetindo NUNCA viajamos sem seguro viagem. Como temos uma frequência maior de viagens, pagamos um seguro de viagens mensalmente o que nos garante cobertura em caso de acidentes e problemas de saúde em qualquer lugar do mundo, além de reembolso de remédios, exames e tudo que for necessário. Como já utilizamos o seguro saúde algumas vezes em especial no exterior sabemos que dá certo e funciona mesmo, sem medo! Além disso, o seguro saúde em alguns países da Europa participantes do Espaço Schebgen é obrigatório.

5º Preocupar-se com a alimentação

Claro que não estamos falando de comer escorpião no palito e nem carne de cobra, mas cuidados básicos com a alimentação diferente da habitual são fundamentais. Se você for do tipo que está acostumada a comer saladas e carnes grelhadas, enfiar o pé na jaca, ou melhor, nos hambúrgueres nada saudáveis americanos, por exemplo, podem causar efeitos colaterais. Da mesma maneira sem precisar ir tão longe um belo prato de frutos do mar variados ou excesso de condimentos regionais pode causar efeitos indesejados como no mínimo uma bela dor de barriga. Prefira sempre manter uma alimentação maios próxima ao seu cotidiano e na faltas de muitas opções procure alimentos para bebês nos supermercados que contém menos corantes, condimentos e em porções maiores podem alimentar um adulto.

6º Cuidados básicos em vôo

Não há grandes confortos aéreos para quem viaja grávida. As poltronas tornam-se ainda mais desconfortáveis, até porque a coluna já está naturalmente “prejudicada”, por isso, opte por colocar um travesseirinho(basta pedir a comissária) na base da coluna para apoiar. Beba muito líquido para hidratar, afinal o ar seco do avião pode causar desidratação, mas não exagere no refrigerante para evitar desconforto abdominal(gases mesmo). De hora em hora levante para esticar as pernas e manter a circulação bem ativa, pois a pressão do avião pode fazer com que as pernas fiquem doloridas mesmo. Leve sempre na mala de mão seus remédios de uso regular e um analgésico em caso de dor.



7º Atenção ao peso das bagagens

Por recomendações médicas, grávidas não devem carregar mais do que 10 quilos de peso, por isso, replaneje suas malas ou verifique a possibilidade de ter quem carregá-las em todos os trajetos.



8º Lembre-se de incluir gastos de gestantes no orçamento

Que bebês e grávidas gastam mais, nós já sabemos. Agora o importante é lembrar que até na hora das viagens esses gastos devem ser levados em consideração. Em geral as grávidas optam por usar roupas mais largas e confortáveis durante o vôo, afinal já basta o desconforto das poltronas das aeronaves. Porém, é importante pensar na saúde e bem estar além disso, incluindo meias de compressão, pois durante a gravidez devido às longas horas sentadas no avião, os riscos de trombose são potencializados. Não é que vá acontecer alguma coisa com todas as grávidas, mas pelo sim pelo não…Vale à pena investir também em um bom creme hidratante, pois o ressecamento da pele aumenta em vôo.

9º Hospede-se em um hotel com comodidades

Quem não gosta de se hospedar com luxo, né? No caso das grávidas alguns cuidados básicos não podem ser nem considerados mimos, como por exemplo, escolher um hotel que tenha elevador ou que não seja preciso usar escadas para chegar ao quarto. Lembre-se de verificar também se o hotel dispõe de itens como café da manhã ou vende lanchinhos, caso acorde se sentindo indisposta para sair à rua.

10º Exija seus direitos de prioridade (se você os tiver)

No Brasil gestantes, pessoas com crianças de colo, idosos e portadores de necessidades especiais, tem prioridade em muitos serviços, inclusive na hora do embarque no aeroporto e nas rodoviárias. para fazer valer seus direitos, basta comunicar à um funcionário da empresa que esteja organizando o embarque de suas condições especiais e seu direito será concedido. porém, não se deixe enganar, essa é uma prática do Brasil. No exterior, pelo menos nos países que já visitamos, não existe prioridade para gestantes, somente para cadeirantes.

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Comida boa e barata na Orla de Copacabana

Se tem uma coisa que adoramos é comer bem, se for barato então, melhor ainda, né?! Na Orla de Copacabana bem na esquina da movimentada Rua Siqueira Campos, fica um de nossos restaurantes favoritos no bairro: o Rondinella. Somos frequentadores há anos e quando estamos de bobeira passeando por esse pedacinho delicioso do Rio de Janeiro, aproveitamos para uma esticadinha de almoço por lá.

A variedade de pratos à la carte e os preço são super convidativos.

Um dos diferenciais é o atendimento dos garçons, em sua maioria bem antigos por ali, que te tratam com cortesia e são super prestativos. Em geral quando comemos por lá, preferimos sempre pedir pratos mais leves como peixe com arroz de brócolis e legumes mas também já comemos algo com mais “sustância” como o picadinho com farofa brasileira e o bife à parmegianna com arroz a piamontése.

Em geral os pratos servem muito bem 1 pessoa com fome moderada e custam em média R$25,00.

É possível sentar dentro do restaurante ou na “varanda” apreciando a vista para a praia.

Sempre que vamos à algum ponto turístico da Cidade que seja próximo à Copacabana almoçamos nesse restaurante que oferece um custo benefício ótimo.

Rondinella: Av. Atlântica, 2302 – Copacabana Rio de Janeiro (21) 2549-9449

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À procura do sorvete perfeito (Maceió)

Não que seja uma obsessão, mas vamos combinar: procurar um sorvete perfeito em várias partes do mundo não é tarefa digamos difícil, né?! Quando estivemos em Fortaleza experimentamos o saboroso sorvete de Cerveja, então tínhamos que procurar também algo diferente em Maceió.

Nossa “busca” começou pela “Delícias do Cerrado” que além de ter uma boa variedade de sabores já conhecidos por nós por ter uma filial em Caldas Novas é super aconchegante e convidativa.Disparado ganhou nosso “selo de qualidade”.

Experimentamos os sabores maracujá, Umbú, Açaí, Murici, Bocaiúva, Cajamanga, Coco de Guariroba, mamão, pequi e muitos outros de sabores exóticos.

Quando planejávamos a viagem, lemos algumas pessoas recomendando a sorveteria “Bali” que tem como símbolo um dragão.

Com toda franqueza que nos cabe: NÃO GOSTAMOS! Primeiro, como já é possível ver na foto acima, o sorvete derrete super rápido e os sabores do pote se misturam não permitindo diferenciá-los. Segundo, poucas mesas e cadeiras para sentar, então ou você toma em pé ou espera vagar um lugar e por fim, mas não menos importante, os sabores não tinham nada de diferente, pareciam muito gordurosos e com sabores semelhantes. Ex: provamos leite ninho, rapadura e cupuaçu, como são cremosos pareciam feitos com a mesma base!

Já no aeroporto de Maceió, voltando pra casa, retomamos a esperança de encontrar um segundo lugar para o sorvete mais gostoso de Maceió. Provamos o “Fika Frio” sorveteria localizada no 2º andar na praça de alimentação do aeroporto e também tem sabores regionais como tapioca e rapadura. Muito gostosos.

Além disso, tem sabores tradicionais como chocolate e morango e sabores especiais como pavê e bala toffee.

E você? Conhece alguma outra sorveteria especial em Maceió?

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Onde comer em Maceió

Procuramos sempre experimentar os sabores típicos de cada lugar que visitamos. Em Maceió não poderia ser diferente! Apesar de não termos comido somente a comida típica do local experimentamos sabores vairados e indicamos alguns lugares para os que procuram locais bons e baratos, afinal, para comer bem nem sempre é preciso pagar muito caro.

Logo que chegamos à Cidade, perguntamos no hotel se havia alguma indicação para almoço e nos recomendaram o restaurante Terraço que fica bem ao lado de onde nos hospedamos. Resolvemos aceitar a sugestão e optamos pelo buffet que não custou nem R$30,00 por pessoa e pode comer à vontade incluindo sobremesas.

Porém, quem desejar pode optar pelo serviço à la carte que experimentamos na segunda visita também e é muito bem servido. Nessa ocasião optamos por pedir peixe para duas pessoas. A conta incluindo bebidas e serviço fica em torno de R$60,00. Um dos pontos fortes desse restaurante é que você pode optar ficar no salão com ar condicionado do lado de dentro ou comer com vista para o mar na “varanda”.

Outro restaurante super recomendado em vários blogs de viagens e por todos os concierges com os quais conversamos é o Parmegianno que também ganhou nossa indicação por ser o típico restaurante BBB (bom, barato e bem localizado). Bastava caminharmos pela orla e rapidamente chegávamos ao restaurante que fica bem em frente à praia de Pajuçara. os pratos são para duas e muitas vezes até 3 pessoas muito bem servidas e por preços super razoáveis. Por exemplo: macarronada com filés à parmegianna saem em média R$25,00!!!Isso mesmo, almoço ou jantar praticamente na beira da praia para duas pessoas por uma pexinxa!

Ótimo para sair da praia e almoçar.

Dica: peça sempre a porção média ou pequena que são suficientes para duas pessoas!

Saindo da categoria “comida de verdade” e indo para os lanches, experimentamos as tradicionais tapiocas da orla de maceió. São enormes quiosques divididos em pequenos “restaurantes’ que espalham suas mesas e cadeiras pela calçada à beira mar e servem tapiocas de vários sabores.

Se você não é muito faminto na hora de pedir a sua lembre-se que uma tapioca grande serve duas pessoas. Se não gostar de todas as sugestões do cardápio(e olha que tem cada mistura que nunca ouvimos falar) você pode personalizar a sua tapioca.

Experimentamos também o Paraíso Lanches eleito pela Revista Veja Melhor Comida e Bebida.

No estilo fast food, deixou a desejar no quesito tempo de espera. Pedimos um dos lanches combinados e esperamos nada menos que 40 minutos até que chegassem os pratos. Os sanduíches estavam deliciosos mas já não mais compatíveis com a fome devido à terrível espera. Infelizmente não recomendamos a não ser que você vá com dose extra de paciência.

Concluindo o quesito lanches conhecemos o Chivito’s e adoramos.

A comida chega rápido, o atendimento é excelente e o sabor indiscutível. Os sanduíches são tão grandes que dependendo do prato é possível solicitar que venha partido ao meio e dividir para duas pessoas.

Vale à pena conferir!

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O que fazer em Roma (parte 3) – Atrações grátis

A melhor parte das atrações turísticas de qualquer lugar do mundo é quando elas além de lindas são de graça também! Assim são algumnas atrações de Roma, importantíssimas por sua história e que podem ser visitadas sem desenbolsar nada.

Começando pela Piazza di Spagna e Scalinata di Spagna, respectivamente, a Praça de Espanha e a Escadaria de Espanha. A Piazza di Spagna é a praça mais famosa de Roma. Nela estava o Palazzo di Spagna, que deu origem ao nome da praça, e que foir erguido para abrigar no século 17 a Embaixada da Espanha em Roma.

Ao redor da Piazza di Spagna fica a parte mais chique da Cidade rodeada de elegantíssimas lojas na Via Condotti, além dos cafés e restaurantes que atraem turistas do mundo todo. No século XVIII, a área era lotada de hotéis frequentados por aristocratas, artistas, escritores e compositores que apreciavam a intensa história e cultura de Roma.

Outro lugar que merece papel de destaque é a famosóssima Fontana di Trevi cuja figura central é Netuno, Deus do mar. Ele aparece montando em um carro em forma de concha, puxado por dois cavalos-marinhos. Cada cavalo-marinho é guiado por um Triton. Um dos cavalos é calmo e obediente, o outro impaciente. Eles simbolizam os humores flutuantes do mar.

No lado esquerdo de Netuno há uma estátua que representa a Abundância. A estátua à direita representa a Salubridade.
A água no fundo da fonte representa o mar. Diz a lenda que você vai voltar a Roma se jogar uma moeda na água. Nem é preciso dizer que os turistas se amontoam para jogar uma moedinha e tirar uma foto no melhor ângulo. A única coisa que nos deixou tristes, foi ver que há pessoas qeu fica catando as moedinhas que os turistas jogam(e fazem disso uma “profissão”) e os guardas locais observam tudo sem nada fazer.

No verão a fonte é uma ótima opção de paradinha estratégica para se refrescar. Apesar de não ser permitido, os turistas aproveitam para molhar pés e braços na água da fonte antes de continuar a caminhada.

Mostramos no Canal Jovens Viajantes como é a Fontana di Trevi:

Não menos importante, mas menos visitado, bem na Piazza Venezia fica o Vittoriano, altar da Pátria, onde é localizado o monumento dedicado a Vittorio Emanuele, rei da Itália. Do alto do monumento é possível ver a beleza da praça.

O monumento foi inaugurado em 1.911, e é construído em calcário de Botticino que contrasta visivelmente com os monumentos de Roma, muitas vezes criticado e que ganhou vários apelidos como: bolo de Noiva ,máquina de escrever etc…

Mesmo sendo muito criticado pelos Italianos é um monumento de grande prestígio, pois é lá que está enterrado um militar desconhecido como tantos outros que lutaram na guerra. Subindo a escadaria ao lado do palazzo Vittoriano, chega-se ao Campidoglio projetada por Michelangelo, o mestre renascentista criou o calçamento geométrico e as fachadas dos edifícios alguns construídos sobre ruínas romanas.

Em seu interior, fica uma exposição permanente dos pertences dos soldados utilizados durante a guerra.

Além disso, dar uma espiadinha nos monumentos e espaços históricos da Cidade, ainda que seja pelo lado de fora, é de graça também e já vale qualquer passeio.

São ou não são atrações de tirar o fôlego? E o melhor, grátis!

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O que fazer em Roma (parte 2) – Conhecendo as ruínas

À primeira vista, Roma pode parecer apenas um amontoado de ruínas sem muito diferencial. Porém, conhecendo cada espaço, você vai percebendo a riqueza histórica de cada lugar e entendendo o quão importante foi cada um dos espaços para que pudéssemos chegar aos dias de hoje.

Como já havíamos visitado o Coliseu, continuamos nossa caminhada pelo entorno da parte mais simbólica da Cidade e fomos conhecer o Fórum Romano bem ao lado do Coliseu.

Na verdade, o que você consegue ver é o que restou dele. Era lá que acontecia toda a vida pública e a cultura da Cidade. Podemos compará-lo aos nossos mercados populares com a diferença que possuía além de barrcasa de comidas, muitos próstíbulos ao seu redor. Nas ruínas, existem ver vários arcos, uma basílica, a antiga sede do Senado Romano e a Rostra (Tribuna), de onde os políticos da época proferiam seus discursos para as multidões. Além disso, a Via Sacra, uma das principais ruas de Roma, cruza o fórum de ponta a ponta.

Fizemos um vídeo para o Canal Jovens Viajantes mostrando como é o Fórum Romano:

Várias ruínas encontram-se no mesmo “espaço”(uma boa caminhada de distância) como a Casa do Imperador Augusto César e a casa de Lívia.

Augusto César foi imperador de Roma há mais de 2000 anos e sua casa encontra-se no Monte Palatino (uma das 7 colinas de Roma).

Imperador Augusto César

Prepara-se para explorar essa enorme área com 12 mil metros quadrados que conta com muitas subidas e descidas, jardim, a casa do imperador que foi reformada e aberta recentemente para visita do público e muitas curiosidades.

Para visitar o lugar que antes usado como palácio imperial para funções religiosas e políticas, é preciso agendar a visita no site www.pierreci.it. A entrada custa a partir de 6,50 euros.

A esposa de Augusto era Lívia, mãe de Tibério e uma das mulheres mais poderosas de Roma que apesar de morar no mesmo espaço, tinha sua própria casa.

Atualmente a casa de Lívia passa por restaurações e é constantemente estudada por arqueólogos que ainda realizam escavações no local em busca de seus “tesouros”.

O Imperador escolheu a parte mais bela do monte Palatino para erguer sua casa. De lá é possível ter uma vista panbirâmica do Coliseu, além de muito verde e ar fresco.

Algumas dicas importantes:

1 – Se você pretende visitar as ruínas no mesmo dia, fica mais em conta comprar o ingresso que dá direito ao Coliseu, ao Fórum e ao Palatino. O bilhete 3 em 1custa 13,50 euros.

2- utilize os sapatos mais confortáveis que puder, pois as caminhadas serão longas e seus pés podem “assar”.

3- Leve sempre uma garrafinha de água, que custa caro nas bnarracas de rua (em torno de 5 euros próximo ao Coliseu!!!) e aproveite para refrescar-se nas fontes da Cidade ao redor das ruínas, é de graça!

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Onde fazer compras em Maceió

Maceió não é das cidades mais baratas do Nordeste, pelo contrário -sentimos a diferença entre os preços praticados em Fortaleza por exemplo. Ainda assim, é possível fazer boas compras e pechinchar o preço em vários locais, já que basicamente os produtos se repetem em alguns lugares da Cidade.

Começando pelo mais famoso e tradicional lugar de compras a Feira de Artesanato da Pajuçara, na beira-mar, próximo do ponto de onde partem as jangadas.

Os corredores são muito estreitos, mas as vantagens compensam: preços mais em conta, fica aberto diariamente de manhã até a noite, são vários stands então dá pra procurar os melhores preços e as peças mais bonitas.

Na feirinha são vendidos souvenirs em sua maioria peçar artesanais com a cara do nordeste como os ímas que custam 3 por R$10,00. Além disso, você encontra de tudo um pouco: cangas, bolsas, sapatos, roupas, toalhas de mesa e castanhas, doces, cachaças, enfim…

Do outro lado da Orla onde fica a feirinha fica o Pavilhão do Artesanato que na verdade é bem semelhante mas com uma iluminação melhor e um pouco mais espeçoso entre os corredores. Além disso, algumas galerias de artes expõem e vendem os quadros e obras. Fora isso, você encontra os mesmos stands com roupas, produtos típicos e tudo mais.

Os stands também vendem os mais diversos tipos de souvenirs que custam o mesmo valor da feirinha. É apenas uma questão de escolher seu local para compras.

Caso queira lojas de varejão mais conhecidas em outras cidades do Brasil e até mesmo algumas em particular que somente existem em maceió, visite a Rua do Comércio no Centro que vende desde roupas, passando por eletrodomésticos e brinquedos. Da orla de Pajuçara pegamos um táxi que nos levou ao Centro por R$12,00.

Caso esteja procurando doces e afins típicos da região, não deixe de visitar a Casa do Nordeste, uma loja de produtos típicos que fica há pouco menos de 20 minutos da Orla.

A loja vende doces, compotas, castanhas, cachaças, biscoitos, queijos e dezenas de outras delícias do Nordeste.

Boa parte dos produtos é fabricada no próprio local, como o doce de cajú cristalizado e as castanhas banhadas em melado ou em côco.

Uma vantagem é poder experimentar a maioria dos doces, castanhas e licores que ficam expostos para os cliente. Aproveite, é tudo delicioso!

O único ponto negativo é que não passam cartões de crédito e débito na hora, somente pagamento em dinheiro. Caso queira pagar em cartão você precisar combinar um horário com o gerente da loja que ele passará no seu hotel com a máquina do cartão para lhe cobrar as compras.

E você? tem mais alguma dica de onde fazer compras em Maceió?

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As piscinas naturais de Maceió

Quando escolhemos o hotel para ficar em Maceió, sabíamos que estíamos a poucos passos da praia em especial do ponto de partida das jangadas que fazem o passeio às piscinas naturais de Pajuçara, uma das praias mais importante da Orla.

Ao longo da orla existem diversos pontos de jangadeiros que partem em direção aos famosos bancos de areia que se formam quando a maré está baixa. Os passeios respeitam sempre a tábua das marés que em português simples, é o horário do dia que a maré estará boa para fazer o passeio e que muda de horário diariamente. Por isso consulte sempre os jangadeiros no dia anterior ou bem cedinho, para saber qual será o melhor horário apra fazer o passeio durante o dia e garantir que não seja um fiasco.

O preço é acordado na hora mas, em média, cobram R$60,00 pela jangada que comporta até 4 passageiros. Como na ocasião não tínhamos com quem dividir os custos, barganhamos e conseguimos por R$50,00 o casal. É obrigatório o uso de coletes salva-vidas durante a travessia bem como respeitar as regras da capitania para que o jangadeiro não seja multado ou perca sua habilitação. Tais regras incluem: não colocar pés e mãos na água durante a travessia de jangada, não ficar de pé e colocar objetos pessoais(bolsas, chinelos, etc) em um compartimento dentro da jangada, nada pode ir no colo.

As jangadas ficam posicionadas juntas nos bancos de areia e aguardam cerca de 1 hora para que os turistas aproveitem as piscinas naturais. A travessia dura cerca de 10 minutos e o mar é tão calminho que nem crianças nem grávidas ficam enjoadas.

É possível alugar equipamento para mergulho, fazer uma rápida aula com instrução de mergulhadores profissionais, alimentar os peixinhos, tirar fotos na água transparente ou simplesmente aproveitar o mar sereno e relaxar.

Além disso, alguns barcos ficam “fixos” diariamente nas piscinas naturais e servem como “bar” e “restaurante”. Assim que você descer da jangada já terá alguém lhe oferecendo serviços, petiscos, bebidas á preços nada módicos. Por exemplo: uma pequena porção de peixe frito (isso mesmo, para comer no mar)pode sair por R$50,00! ou uma caipifruta dentro do abacaxi pode lhe sair por R$16,00.

É melhor esperar para comer em terra firme onde os preços são mais condizentes com a realidade.

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O que fazer em Roma (parte 1) – Visitando o Coliseu

Estando em Roma, é impossível não sentir nem que seja a mínima curiosidade de conhecer a maior obra arquitetônica da Cidade: o Coliseu! Essa construção monumental é um anfiteatro que foi construído na Roma Antiga durante dez anos. Estando na Via de Cavour (uma das principais de Roma) é só seguir o fluxo e todos os caminhos te levam à ele!

O interessante é adentrar o Coliseu e começar sua visita pela parte de cima, isto é, subindo as escadarias que tevam ao topo das antigas arquibancadas e que permitem a ampla visão do monumento na parte de dentro. O Coliseu foi inaugurado com jogos mas logo ficou marcado graças à incêndios, erupções no Vesúvio e pestes.

Tais jogos nada mais eram do que batalhas entre homens e entre homens e animais. A parte central era como um grande palco de madeira recoberto de areia (para absorver o sangue nos combates) onde ocorriam as lutas e cercado de pequenas celas de onde trabalhavam os organizadores dos eventos. Na foto a seguir é possível ver como era embaixo do palco (que já não existe mais) com pequenos espaços confinados.

Na parte de baixo do Coliseu ficavam os animais e os homens em suas jaulas esperando o momento da batalha. Primeiro subiam os homens que faziam demosntrações de suas forças e em seguida erguiam-se animais em elevadores ao redor da arena que eram soltos para as lutas com os gladiadores.

Muitos desses homens lutavam porque queriam demonstrar sua força e aptidão, porém, a maioria dos que iam para a arena lutar com animais (que ficavam confinados à fim de estimular sua ira) eram prisioneiros que serviam de entretenimento nas sangrentas batalhas até que houvesse um vencedor. Artistas da época, construíam cenários com plantas de verdade para reproduzir batalhas em florestas dando mais realidade aos espetáculos.

O Coliseu possui três andares e um subterrâneo. É possível circular ao seu redor na parte interna como o esquema dos atuais estádios de futebol. Após escavações descobriu-se bancos de mármore branco nas arquibancadas que por sua vez, eram divididas entre as classe sociais, sendo: o podium, para as classes altas; as maeniana, setor destinado à classe média e os portici, ou pórticos, construídos em madeira, para a plebe e as mulheres.

Já na parte de baixo, conhecemos os corredores de passagem para as arquibancadas por onde o público se locomovia.

Além disso, um espaço com exposições de peças encontradas durante as escavações fica aberto ao público onde é possível ver as armaduras e roupas usadas pelos gladiadores(uma parte original e outra reprodução) bem como armas, moedas e todo o tipo de artimanhas de lutas.

Na foto a seguir é possível ver o caminho que os gladiadores e as feras precisavam percorrer para chegar à arena antes de se enfrentar.

No começo da Idade Média, o Coliseu deixou de ser utilizado para entretenimento dos Cidadãos Romanos mas, foi mais tarde usado como habitação, oficina, forte, pedreira, sede de ordens religiosas e templo cristão até ser danificado por um terremoto no século V. Em 2012 foi anunciado mundialmente que o Coliseu estava tombando para um dos lados, assim como a Torre de Piza e que seria fechado para restaurações. Porém, permanece aberto até o momento recebendo turistas com capacidade limitada.

Dicas importantes:

- Prepare-se para as filas para comprar ingressos, pois, na maioria das vezes os turistas se aglomeram para conseguir entrar e as entradas são limitadas diariamente. Caso queira comprar o ingresso com antecedência é possível pelo site.

- Os ingressos custam €15.50 para o público em geral e €10.50 para Cidadãos Europeus com idade entre 18 e 25 anos. Para cidadãos europeus acima de 65 anos e abaixo de 18 custa €4.50 e moradores de Roma entram gratuitamente.

-Para ir ao Coliseu de metrô é preciso descer na estação Piazza del Colosseo (linha azul do metrô) e caminhar um pouco.

Atualmente é considerado uma das 7 maravilhas do mundo moderno. E voce? Já visitou o Coliseu? Conte-nos como foi sua experiência.

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Onde se hospedar em Maceió

Iniciando a série de posts sobre Maceió, vamos falar um pouquinho sobre os melhores lugares onde se hospedar na Cidade. Antes da viagem procuramos muito em outros blogs e sites de viagens e não encontramos quase nenhuma informação precisa sobre roteiros, alimentação, hospedagem, enfim, quase nada sobre Maceió! Então, vamos às dicas: como na maioria dos estados do Nordeste do Brasil, os melhores hotéis de Maceió estão localizados na Orla, mais precisamente entre as praias de Pajuçara e Ponta Verde.

Procurando no Booking achamos tarifas caríssimas em hotéis nessas regiões. Definimos então que queríamos um hotel confortável, mas que não precisava ser de luxo e na orla de Pajuçara, por ficar próximo à feirinha de artesanato e aos passeios de jangadas. Como já conhecemos a rede IBIS de outras viagens sabíamos o que esperar, pois é padronizado mundialmente com pequenas adaptações. O booking apresentava umatarifa maior do que na própria página do IBIS. Não pensamos duas vezes: reservamos pelo site do hotel e conseguimos tarifas para uma diária de casal na média de R$172,00 sem café da manhã.

Chegamos antes do horário do check-in mas o quarto já estava liberado. Os quartos do IBIS como dito, são simples, mas possuem o conforto de quem prefere gastar mais com passeios do que com hospedagem: uma cama de casal, televisão, tv à cabo, frigobar, armário e telefone.

O banheiro é limpo e os amenities limitam-se à shampoo e sabonete. Aliás, uma falha é não ter toalha de mão, apenas de banho!

Além disso, dois itens super importantes: wi-fi grátis no quarto e uma vista deslumbrante para o mar.

O café da manhã é pago à parte e custa R$14,00 por pessoa e por sinal vale muito à pena, bem servido com frutas, sucos, bolos, pães e frios. O Ibis não possui estacionamento, mas bem ao lado tem um estacionamento particular por diária. Na recepção servem lanches rápidos(pagos à parte) e tem jornal diariamente grátis. No mesmo restaurante onde é servido o café da manhã, também servem almoço e jantar por preços pouco convidativos.

O Ibis fica na Av. Dr. Antônio Gouveia, 277 – Pajuçara, Maceió – AL bem pertinho de vários restaurantes e em frente ao ponto de onde partem os jangadeiros e distante do aeroporto uns 40 minutos de carro dependendo do trânsito.

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